América tardia: nova variedade de ameixeira

  • Etmar Osmar Grellmann
  • Paulo Roberto Simonetto
  • Lia Rosane Rodrigues
Palavras-chave: fruticultura, hibridação, seleção, melhoramento genético, Prunus salicina

Resumo

Variedades de ameixeira cujo desempenho produtivo foi previamente avaliado nas coleções do Centro de Pesquisa da Região da Serra (município de Veranópolis, Estado do Rio Grande do Sul, Brasil), foram empregadas como genitores em cruzamentos, com o objetivo de gerar indivíduos recombinantes, com variabilidade para características de importância agronômica. Do cruzamento entre ‘América’ e ‘Amarelinha’, destacou-se um genótipo, que foi denominado ‘América Tardia’, o qual produz frutos de qualidade similar aos de ‘América’, porém, com a maturação três a quatro semanas após ‘América’ e cuja frutificação foi intensa e regular ao longo de seis anos de avaliação. O peso médio dos frutos é de 70 gramas e a epiderme apresenta coloração amarelada, de fundo vermelho-claro, similar a ‘América’. Para as condições da Serra do Nordeste do Estado, ‘América Tardia’ torna-se uma opção para ampliar o prazo de oferta de ameixas ao mercado. Material propagativo foi disponibilizado para avaliação em outros ambientes do país.

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Como Citar
GRELLMANN, E. O.; SIMONETTO, P. R.; RODRIGUES, L. R. América tardia: nova variedade de ameixeira. Pesquisa Agropecuária Gaúcha, v. 14, n. 1, p. 53-56, 11.
Seção
Nota Científica

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